Este artigo aborda prisão preventiva de ex-ceo do hurb decretada pela justiça do rj de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Decretação da prisão preventiva
A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb, antigo Hotel Urbano. O juiz André Felipe Veras de Oliveira, da 32ª Vara Criminal, fundamentou a decisão no evidente risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. Rangel foi preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel por descumprimento das medidas cautelares previamente impostas pela Justiça. As medidas foram estabelecidas devido à prisão anterior do empresário por furto qualificado de obras de arte e outros objetos. Rangel foi denunciado em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo.
A defesa de João Ricardo Rangel, representada pelo advogado Vicente Donnici, argumentou que o réu não descumpriu as cautelares estabelecidas, pois não ficou mais de 30 dias fora do Rio sem avisar, como determinado. A defesa também contestou a alegação de que a tornozeleira eletrônica estava descarregada, afirmando que não há provas disso. No entanto, o juiz André Felipe Veras baseou-se em relatórios de monitoramento que indicaram violações recorrentes por parte do réu, expedindo assim o mandado de prisão para que Rangel seja encaminhado ao Rio de Janeiro.
Motivos da prisão
A prisão preventiva do ex-CEO do Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, foi decretada pela Justiça do Rio de Janeiro devido a evidente risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. O juiz da 32ª Vara Criminal, André Felipe Veras de Oliveira, tomou essa decisão após o empresário ter sido preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
O Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça. Essas medidas foram estabelecidas após o empresário ter sido preso por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura, sendo denunciado por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo.
A defesa do ex-CEO alegou que ele não descumpriu as cautelares, pois não ficou mais de 30 dias longe do Rio sem avisar, como determinado. No entanto, o juiz destacou que o relatório de monitoramento da tornozeleira eletrônica mostrou violações reiteradas feitas por Rangel. Com a decisão de prisão preventiva, o empresário será encaminhado de volta ao Rio de Janeiro para responder às acusações.
Pedido do Ministério Público
O Ministério Público do Rio de Janeiro fez o pedido de prisão preventiva do ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça. As medidas foram estabelecidas após a prisão de Rangel por furto de obras de arte e outros objetos, resultando em denúncias por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo em maio de 2025.
O pedido de prisão preventiva foi feito na terça-feira (6) e motivado pelo Ministério Público devido ao não cumprimento das medidas impostas, que incluíam a proibição de sair do Rio de Janeiro por mais de 30 dias sem avisar. A defesa de Mendes alegou que ele não descumpriu as cautelares, pois teria viajado ao Ceará em 29 de dezembro e que não há provas de que a tornozeleira eletrônica estivesse desligada intencionalmente.
O juiz responsável pela decisão decretou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes em função do evidente risco à ordem pública e à aplicação da lei penal, conforme alegado na decisão da 32ª Vara Criminal. Com isso, o ex-CEO da Hurb foi preso na segunda-feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, e deverá ser encaminhado para o Rio de Janeiro.
Defesa do ex-CEO
A defesa do ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, se pronunciou após a decretação da prisão preventiva. O advogado Vicente Donnici alegou que o réu não descumpriu as medidas cautelares impostas pela Justiça, pois não ficou mais de 30 dias longe do Rio sem avisar, como determinado. Segundo a defesa, Mendes viajou ao Ceará em 29 de dezembro e não houve intenção de desligar a tornozeleira eletrônica, que não havia sido comprovadamente desligada.
No entanto, o juiz André Felipe Veras destacou que o relatório de monitoramento da Secretaria de Administração Penitenciária mostrou reiteradas violações de monitoramento feitas pelo réu. Mesmo com a justificativa da defesa, a decisão do magistrado foi pela prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, determinando seu encaminhamento para o Rio de Janeiro.











